quarta-feira, 24 de setembro de 2008

onde estão os pequenos Cristos?

Deus, onde estás?

Te (procuro).

Te procuraria na porta dessa rua.

Deus, onde estás?

Olha o que eu vejo agora!!

O menino dançou (sem) roupa,

O menino botou na boca

um doce com gosto de fel.

Deus, onde estás?

A Igreja arrancou o sino

O homem esqueceu o menino

Fez castelo de (ouro e prata)

e perdeu

a vida.

Ah...

Acende (toda) luz

Iluminando a Terra que convive com a dor

Sem esperança.

Vai onde há a dor, e cura!

Vai onde não há amor, e ama!

Vai onde há a dor, e alegra!

Vai onde não há amor, transforma!

Teu toque forte MUDA a sorte de quem

Te encontra.

Deus, onde estás?

Te procuro.

Te procuraria no beco ou nessa rua.

Deus, onde estás?

Olha o que eu vejo agora!!

O menino dançou sem roupa,

O menino botou na boca

um (doce) com gosto de fel.

Deus, onde estás?

Eu passei por aquele palco

Vi um (grande) homem fardado

Que gritava ao povo:

"Dinheiro" (ou mais!)

Sem piedade.

Ah...

O homem passou

E se ESQUECEU da dor que sangra

Dentro do peito!

DENTRO DO PEITO!

Vai onde há a dor, e cura!

Vai onde não há amor, e ama!

Vai onde há a dor, e alegra!

Vai onde não há esperança!

Traz esperança!

FAZ esperança!

Traz esperança!

.

Em discursos dizem que o Senhor está em todo lugar...

Mas pequenos Cristos, onde está Sua manifestação?

A glória do homem é a de ser servo de toda a criação, em amor, para sempre, cuidando de tudo o que ele destruiu? rs

E onde estamos?

5 comentários:

barbara disse...

s.o.f.r.e.r

Por Ele. disse...

Eu creio mas me esquivo do sofrimento (fil.1.29), e vivo uma prudência egoísta que nada arrisca.

... disse...

Rom.5:3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.

Olhemos para o monte!

Por Ele. disse...

Prefiro largar tudo do que fingir!

Lucas Louback disse...

Béla musica, lindo poema, Ótima exortação

Isaías 58:6,7
Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?